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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Caranguejo-amarelo


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaCaranguejo-amarelo
Caranguejo-amarelo
Caranguejo-amarelo
Estado de conservação
Espécie em perigo
Em perigo
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Arthropoda
Superclasse:Crustacea
Classe:Malacostraca
Ordem:Decapoda
Família:Gecarcinidae
Género:Gecarcinus
Espécie:G. lagostoma
Nome binomial
Gecarcinus lagostoma
Milne-Edwards, 1835
Sinónimos
Gecarcinus lagostoma H. Milne-Edwards, 1837
O Caranguejo-amarelo (Johngarthia lagostoma, syn. Gecarcinus lagostoma) é um caranguejo da família dos gecarcinídeos, também conhecido como caranguejo-ladrão. Possui carapaça amarela e patas alaranjadas, encontrado principalmente nas ilhas brasileiras de Trindade, Fernando de Noronha e Ascensão, onde se constitui em importante predador de filhotes de tartarugas marinhas. Este tipo de caranguejo tem hábitos noturnos, quando adultos são terrestres, porém com desenvolvimento larval marinho, apresentam polimorfismo, com padrão de cor que variam do amarelo ao roxo.[1]
Está ameaçado de extinção pela destruição de seus habitats, pelo turismo e por outras ameaças antrópicas, como introdução de espécie exóticas em Fernando de Noronha e Trindade.[2] No Brasil não existem muitas ações de conservação para o Johngarthia lagostoma, porém essa espécie é encontrada em locais com programa de conservação bem estabelecidos, como por exemplo, Parque Nacional e Área de Proteção Ambiental de Fernado de Noronha, mas não existem um plano de manejo e conservação específicos para essa espécie.

Ecologia e Conservação[editar | editar código-fonte]

O caranguejo-amarelo é uma espécie insular endêmica das ilhas oceânicas brasileiras,[4] vulnerável à extinção, sendo afetada por diferentes pressões antrópicas, causadas pela perda, degradação e fragmentação do habitat que ocupa, colocando em risco sua conservação. A principal ameaça estar relacionada a introdução de espécie exóticas, por incrimento da agricultura e da urbanização, e devido a esse fato a população dessa espécie está sendo bastante reduzida. No final do século XIV, havia uma recompensa para captura dessa espécie de caranguejo por causa de suas depredações nas lavouras, foram mortos mais de 80.000 mil caranguejos.[5]Antes da descoberta da ilha Ascensão e colonização no início do século XIX, o caranguejo J. lagostoma era o único animal terrestre grande, e dominava o ecossistema, hoje compete com outras espécies introduzidas, especialmente ratos e coelhos. Há evidências de um declínio nos números ao longos dos anos dessa população, e uma escassez de juvenis na ilha de Ascensão. [5]
Existem níveis de variação genética de baixo a moderado nas populações encontradas nas ilhas, sendo geneticamente diferenciadas, e essa evidência sugere que, para fins de conservação, pelo menos três unidades de manejo devem ser consideras: uma da ilha de Ascensão, uma segunda unidade na Trindade e uma outra que possa agrupar as ilhas do Atol das Rosca e Fernando de Noronha. [6] Mas vale ressaltar que um plano de manejo tem que ser bem elaborado, fazendo interação dos padrões espaciais de uso do solo, com a teoria de conservação e planejamento de reservas, pois ações erradas podem prejudicar ainda mais as espécies envolvidas.[7]

Ciclo de vida[editar | editar código-fonte]

Os J. lagostoma quando juvenis e adultos são quase exclusivamente terrestre, as larvas são marinhas e planctônicas, para libertar a sua descendência os adultos têm de migrar para o mar, são as fêmeas que transportam ovos maduros entram na água brevemente, agitam a massa de ovo, e os ovos eclodem e as larvas nadam afastada.[6] Os ovos são maiores do que em outras espécies de gecarcinídeos e, consequentemente, menos em número.
Na maioria dos membros da família gecarcinidae, a migração coincide com a estação chuvosa, o que reduz o risco de dessecação, nessa espécie o período de migração ocorre de janeiro até março, enquanto o pico de mair precipitação é em março. [6]
Os caranguejos viajam aproximadamente 450m por dia, e o acasalamento pode ocorre em qualquer lugar ao longo da rota. A proporção de machos na migração, vai diminuindo à medida que a migração continua. E também, a migração de adultos para áreas de reprodução torna-os vulneráveis a predadores terrestres.[6]

Descrição[editar | editar código-fonte]

As espécimes adultas têm tipicamente 70-110 milímetros, Alimentam-se de folhas, sementes de amendoeiras, restos de animais, ovos e filhotes de tartarugas.[8] Na família gecarcinidae, as espécies são normalmente separas pela forma do primeiro polipódio, que é usado pelos machos durante o acasalamento, mas não há diferença no polipódio o entre as espécies de J. lagostoma e Johngarthia planata. Em vez disso, J. lagostoma difere de outras espécies no gênero, pela forma do terceiro maxilar. Tem uma fissura que é uma fenda estreita, o terceiro maxilípode também é maior, cobrindo o epistoma e as antenas.

caranguejo-dos-coqueiros


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaBirgus latro
caranguejo-dos-coqueiros
Birgus latro (Bora-Bora).jpg
Estado de conservação
Espécie deficiente de dadosDados deficientes (IUCN 2.3) [1]
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Arthropoda
Subfilo:Crustacea
Classe:Malacostraca
Ordem:Decapoda
Infraordem:Anomura
Família:Coenobitidae
Género:Birgus
Espécie:B. latro
Nome binomial
Birgus latro
Linnaeus, 1767
Distribuição geográfica
DistributionCoconutCrab.png
Birgus latro, conhecido pelo nome comum de caranguejo-dos-coqueiros, é um grande crustáceo anomuro, terrestre, encontrado em diversas ilhas tropicais dos oceanos Índico e Pacífico, sendo o maior artrópode terrestre do mundo. Está relacionado aos ermitãos, mas diferindo destes por apresentar o abdome flexionado e sem a proteção de uma concha de molusco quando são adultos, embora os juvenis as utilizem para proteger os corpos moles.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Os caranguejos-dos-coqueiros parecem-se com bernardos-eremitas normais, mas são muito maiores com cerca de 1 m de comprimento, e têm um abdómen mais duro. Embora não tenha subespécies as cores variam entre azul, roxo, vermelho, preto, e cor-de-laranja.

Habitat e distribuição[editar | editar código-fonte]

Uma espécie exclusiva de ilhas paradisíacas do Oceano Índico e Pacífico, incluindo a Austrália continental e Madagascar.

Ecologia[editar | editar código-fonte]

Os jovens caranguejos não conseguem nadar, e vão morrer afogados se deixados mais de uma hora em água. Também têm um corpo mole e tal como os bernardos-eremitas, utilizam conchas de outros animais para se protegerem. Quando adolescentes o seu corpo endurece, e a concha eventualmente acaba por rachar devido à falta de espaço.

Dieta[editar | editar código-fonte]

Alimentam-se principalmente de matéria vegetal, e frutas, incluindo cocos, mas também se alimentam de carniça. Também são conhecidos pelo nome de ladrão-de-coco.

Aratu-vermelho


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaAratu-vermelho, aratu-do-mangue
Goniopsis cruentata
Goniopsis cruentata
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Arthropoda
Subfilo:Crustacea
Classe:Malacostraca
Ordem:Decapoda
Infraordem:Brachyura
Superfamília:Grapsoidea
Família:Grapsidae
Gênero:Goniopsis
Espécie:G. cruentata
Nome binomial
Goniopsis cruentata
(Latreille, 1802)
O aratu-vermelho (Goniopsis cruentata, Latreille, 1803) é uma espécie de caranguejo de porte médio, carapaça escura e coloração vermelha nas patas com pequenas manchas brancas, pertencente ao gênero Goniopsis. Habita o Atlântico Ocidental, o que inclui Bermudas, Flórida, Golfo do México, Antilhas, Guianas e Brasil (no arquipélago de Fernando de Noronha, e do Pará até Santa Catarina), num padrão de distribuição contínuo. Alimenta-se de animais em decomposição, frutas e plantas do manguezal.[1]
No Brasil, recebe também os nomes de aratu, aratu-do-mangue (na Região Nordeste do Brasil) e maria-mulata (na Região Sudeste do Brasil)

Dromiacea


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaDromiacea
Ocorrência: Jurassic–Recent
O
S
D
C
P
T
J
K
N
Erro de expressão: Operador < inesperadoErro de expressão: Operador < inesperado
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Arthropoda
Subfilo:Crustacea
Classe:Malacostraca
Ordem:Decapoda
Infraordem:Brachyura
Secção:Dromiacea
de Haan, 1833
Superfamílias
Dromiacea é uma zoosecção de caranguejos que contém cerca de 240 espécies extantes e cerca de 300 espécies conhecidas apenas pelo registo fóssil.[1]

Descrição[editar | editar código-fonte]

Quando considerado como um agrupamento monofilético, os Dromiacea e dois outros grupos de caranguejos braquiúros, nomeadamente os Raninoida e os Cyclodorippoidea, podem ser incluídos conjuntamente no agrupamento Podotremata, cada um deles na categoria taxonómica de zoosecção. Contudo, as evidências morfológicas e moleculares não suportam esse agrupamento.[1]
As larvas dos Dromiacea assemelham-se mais às larvas dos organismos da infraordem Anomura do que a qualquer outro grupo de caranguejos. Contudo, esta semelhança pode apenas reflectir a sua posição basal na filogenia dos Brachyura.
O registo fóssil dos Dromiacea estende-se pelo menos até ao Jurássico,[2] e, se o géneros Imocaris for realmente um membro do grupo, até ao Carbonífero.[3]
A superfamília Eocarcinoidea, contendo os géneros Eocarcinus e Platykotta, era anteriormente considerada como pertencente aos Dromiacea, mas foi entretanto transferida para a infraordem Anomura.

caranguejo-peludo-chinês


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaEriocheir sinensis
caranguejo-peludo-chinês
Eriocheir sinensis.
Eriocheir sinensis.
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Arthropoda
Subfilo:Crustacea
Classe:Malacostraca
Subclasse:Eumalacostraca
Superordem:Eucarida
Ordem:Decapoda
Subordem:Pleocyemata
Infraordem:Brachyura
Superfamília:Grapsoidea
Família:Grapsidae
Género:Eriocheir
Espécie:E. sinensis
Nome binomial
Eriocheir sinensis
H. Milne Edwards, 1853
Eriocheir sinensis cozidos.
Eriocheir sinensis H. Milne Edwards, 1853, conhecido pelos nomes comuns de caranguejo-peludo-chinês e caranguejo de Shanghai (上海毛蟹), é uma espécie de crustáceo decápode da infraordem Brachyura, de tamanho mediano, nativo das costas e estuários da Ásia oriental, desde a Coreia até à Província de Fujian, na China. Este caranguejo asiático está incluído na lista das 100 espécies invasoras mais perigosas do mundo da União Internacional para a Conservação da Natureza,[1] sendo actualmente uma espécie invasora em muitas regiões de clima temperado e subtropical.

Guaiamu


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaGuaiamum
Cardisoma guanhumi na Praia do Monte Woodford, em Dominica
Cardisoma guanhumi na Praia do Monte Woodford, em Dominica
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Arthropoda
Subfilo:Crustacea
Classe:Malacostraca
Ordem:Decapoda
Infraordem:Brachyura
Superfamília:Grapsoidea
Família:Gecarcinidae
Género:Cardisoma
Espécie:C. guanhumi
Nome binomial
Cardisoma guanhumi
Latreille, 1828
Guardando a toca
O guaiamu ou guaiamum (nome científico: Cardisoma guanhumi)[1] é um caranguejo da família dos gecarcinídeos. Esse crustáceo pode ser encontrado deste o estado da Flórida, nos Estados Unidos, até a Região Sudeste do Brasil, quase sempre em locais entre o manguezal lamacento e a área de transição entre este e a mata, normalmente são terrenos arenosos e úmidos, de onde retiram o necessário para sobreviver.
Espécie semi-terrestre, habita galerias construídas pelos próprios indivíduos, sempre acima da marca de preamar, em áreas adjacentes ao manguezal ou ao longo dos canais. O guaiamum possui hábito noturno, saindo da toca para se alimentar e limpar a galeria, sendo neste período mais vulnerável aos ataques dos predadores naturais e do homem.
No Brasil, o crustáceo faz parte da culinária pernambucana e baiana, estando entre os pratos mais pedidos para consumo. Por ser um prato tradicional, remete à culinária, costumes e identificação de uma sociedade. Entretanto, sua pesca tem reduzido ano após ano de forma considerável, e, em contra partida, o tempo que leva para reprodução não garante a pesca frequente em grandes quantidades. O guaiamum está ameaçado de extinção em várias partes de seu território, sobretudo devido à caça predatória e à destruição do seu habitat. Em virtude disso, várias medidas governamentais vêm sendo tomadas, incluindo a criação de áreas protegidas e a adoção da prática do período de defeso.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Guaiamu, guaiamum, goiamu e goiamum derivam do termo tupi waia'mu ou guaiá-m-u, que significa «caranguejo escuro azulado».[1][2] O crustáceo é também chamado fumbamba e caranguejo-mulato-da-terra. Tem a coloração azul–escuro e vivem em lugares lamacentos, à beira–mar, dentro de tocas feitas por  eles mesmos, os mesmos estão presentes nos manguezais se alimentam filtrando da água os pequenos fragmentos de vegetais. Por isto, são considerados “filtradores naturais”, ao cavar seus “buracos”, ajudam na aeração do solo, é possível obter-se renda através da venda dos mesmos.[1][3][4]

Características[editar | editar código-fonte]

Caranguejos de grande porte, essa espécie possui carapaça azulada, com cerca de dez centímetros de comprimento e chegam a pesar mais de 500 gramas. Possuem pinças desiguais, a maior chegando a atingir trinta centímetros,[5] o que facilita levar os alimentos à boca, exceção feita à fêmea, cujas pinças são, normalmente, ambas de tamanhos iguais. É um caranguejo terrestre que possui hábitos noturnos, distribuição circum equatorial, cuja amplitude é, em grande medida, determinada pela temperatura da água, sendo a sobrevivência das larvas comprometida em áreas onde a mesma é inferior a 20 º C .
Para macho e fêmea, respectivamente, a proporção média É de 41,3% e 58,7% e a largura média da carapaça foi de 60,0 mm e 61,0 mm. O macho apresenta o abdômen longo, estreito e triangular, tendo o 50 e 60 segmentos soldados em um único segmento, que se articula com o télson; na face interna nota-se a presença do parapetasma. Na fêmea o apêndice do abdômen é mais largo, tomando quase toda a região ventral, e na face interna se nota a presença dos pleópodes.
Tem a coloração do exoesqueleto em tom azulado.
O macho, bem maior, tem a coloração do exoesqueleto em tom azulado. Cada guaiamu tem sua toca, feita no terreno, geralmente arenoso, entre o manguezal e a restinga (área de transição).[6][7]

Dieta[editar | editar código-fonte]

Alimentam-se de frutos e folhas
Alimentam-se de frutos e folhas, mas também consomem insetos, animais mortos, detritos do lodo ou qualquer outro alimento que possam transportar para a toca, sendo portanto onívoros. Contudo, podem também se alimentar até mesmo de caranguejos menores, em um ato de canibalismo.[6]

Reprodução[editar | editar código-fonte]

Atinge a maturidade sexual aos quatro anos
Atingem a maturidade sexual aos quatro anos e seu ciclo reprodutivo depende do verão e das fases da lua. A fêmea, à época de desova, assume a coloração da carapaça em tons na cor creme ou amarelada. A fecundação é interna e ocorre poligenia (vários machos realizam o acasalamento com a mesma fêmea). A fêmea armazena e mantém, depois da cópula, espermatozoides ativos em duas espermatecas que se comunicam com as duas gônadas, o que lhe permite fecundar os ovócitos sem realizar novas cópulas. Estima-se que a incubação dos ovos tenha uma duração média de duas semanas. A migração das fêmeas para o mar ocorre no período de desova e dura uma ou duas noites, num percurso de até 5 km. As fêmeas podem desovar até cinco vezes por ano e, como a fecundidade depende do seu tamanho, podem produzir entre 20.000 e 1.200.000 ovos. Suportam grandes variações de salinidade, entre 0 e 35‰. Contudo a reprodução é muito lenta, só acontece a partir dos 4 anos de vida e nunca em cativeiro.[8]

Gastronomia[editar | editar código-fonte]

É um recurso economicamente importante em várias localidades de sua área de distribuição no Atlântico Ocidental – Bermudas, Flórida, Golfo do México, Antilhas, Venezuela e Brasil (do Ceará a Santa Catarina) são de grande importância na culinária do litoral nordeste do Brasil, os dados de produção pesqueira, publicados no Boletim Estatístico da Pesca Marítima e Estuarina do Nordeste do Brasil (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), (2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005). O crustáceo faz parte da culinária pernambucana e baiana, estão entre os pratos mais pedidos para consumo, por ser um prato tradicional, remete à prato, costumes, e identificação de uma sociedade.[9]

Risco de extinção[editar | editar código-fonte]

Duas portarias, 445/2014 e 395/2016, do Ministério do Meio Ambiente, proibem a captura, transporte, armazenamento, guarda, manejo, beneficiamento e comercialização do crustáceo (entre um total de 475 espécies de peixes e animais aquáticos consideradas em risco de extinção) a partir de abril de 2017, em todo o território brasileiro.[10][11] No entanto, em maio de 2017 o MMA adiou para 30 de abril de 2018 a proibição referente a quinze espécies da lista, incluindo o guaiamum.[12]
Desde 30 de maio de 2018, a portaria 161, do Ibama, de 20 de abril de 2017, proíbe a captura de 25 espécies dos mares e dos rios, entre elas o guaiamum. Segundo a portaria, os estoques mantidos até 30 de junho de 2018 podem ser comercializados, sendo necessário informar o Ibama até o dia 5 de junho de 2018. Em qualquer outro caso, a comercialização é proibida, e quem for flagrado comercializando o crustáceo está sujeito ao pagamento de multa de R$ 5 mil por unidade.

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