segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Araucária (Paraná)

Araucária (Paraná)


Município de Araucária
Bandeira de Araucária
Brasão de Araucária
BandeiraBrasão
Hino
Fundação11 de fevereiro de 1890 (129 anos)
Gentílicoaraucariense[1] ou araucariano[2]
Prefeito(a)Hissam Hussein Dehaini[3] (PPS)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Araucária
Localização de Araucária no Paraná
Araucária está localizado em: Brasil
Araucária
Localização de Araucária no Brasil
25° 35' 34" S 49° 24' 36" O
Unidade federativaParaná
MesorregiãoMetropolitana de Curitiba IBGE/2008 [4]
MicrorregiãoCuritiba IBGE/2008 [4]
Região metropolitanaCuritiba
Municípios limítrofesBalsa NovaCampo LargoContendaCuritibaFazenda Rio GrandeMandirituba e Quitandinha
Distância até a capital29[5] km
Características geográficas
Área469,166 km² [6]
População143 843 hab. estimativa populacional — IBGE/2019[7]
Densidade306,59 hab./km²
Altitude897 m
ClimaSubtropical Cfb
Fuso horárioUTC−3
Indicadores
IDH-M0,740 alto PNUD/2010 [8]
PIBR$ 13 209 780 mil (BR: 41º) – IBGE/2011[9]
PIB per capitaR$ 109 142,87 IBGE/2011[9]
Araucária é um município brasileiro do estado do Paraná, do qual é o décimo terceiro mais populoso, com 143 843 habitantes, conforme estimativa do IBGE de 2019

Etimologia[editar | editar código-fonte]

De origem geográfica, constitui-se em referência à enorme reserva de mata nativa existente ao tempo da povoação do município. Esta mata, composta de espécimes da espécie Araucaria angustifolia, ou pinheiro-do-paraná, é comum nas zonas mais frias.

História[editar | editar código-fonte]

As primeiras movimentações do homem branco no atual município de Araucária, remontam ao ano de 1668,[10] período em que Domingos Rodrigues da Cunha recebeu uma sesmaria, doada pelo Capitão Povoador, Gabriel de Lara, o homem forte do Paraná daquele período.[10]
Outras sesmarias foram doadas a seus filhos Luíz e Garcia Rodrigues Velho,[10] e situavam-se na Passagem de Apiaúna, fazendo divisas com o Rio Iguaçu, que naquela época recebia a denominação de Rio Grande de Curitiba.
Estas famílias iniciaram roçadas, lançaram as primeiras sementes e o lugar passou a ser ponto de referência. Alguns anos após desenvolveu-se um povoado que recebeu a denominação de Tindiquera.[10] A ocupação foi relativamente rápida e ali se estabeleceram o cirurgião Paschoal Fernandes Leite, capitão Manoel Picam de Carvalho e muitos outros.[10]
A origem histórica de Tindiquera, de onde provém o município de Araucária, merece um capítulo à parte na historiografia paranaense, pela sua riqueza. Consta que residia na pequena Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, mais tarde Curitiba, a numerosa família dos Maia, de homens valentes e impetuosos e que mantinham relações conturbadas com as autoridades e outros povoadores do lugar.[10] Os seguidos incidentes deram-lhes a condição de personas non gratas na incipiente Curitiba, chegando ao ponto de serem obrigados a se afastar da vila e a refugiarem-se em lugar distante, a fim de evitar a ação da justiça, que os perseguia, assim como a vingança do povo.[10] O local escolhido pela numerosa família Maia foi exatamente o povoado de Tindiquera, situado às margens do Iguaçu e bem em cima de uma antiga aldeia indígena.[10]
Em 1876 a região recebeu forte fluxo imigratório de russospoloneses e alemães, que numa ação conjunta deram progresso ao lugar através da Colônia Thomaz Coelho.[10]
advento da República encorajou a comunidade a elaborar um abaixo-assinado, que foi devidamente encaminhado ao governo do estado, através do deputado Victor Ferreira do Amaral.
Em 11 de fevereiro de 1890, pelo Decreto Estadual nº 40, sancionado pelo governador José Marques Guimarães, foi criado o município, com território desmembrado dos municípios de Curitiba e São José dos Pinhais, e com denominação alterada para Araucária[10] A instalação oficial deu-se no dia 1 de março de 1890[10]. O primeiro prefeito eleito do município foi Manuel Gonçalves Ferreira.[carece de fontes]
Pela Lei nº 1.055, de 5 de abril de 1911, foi criado o Têrmo Judiciário de Araucária, cuja instalação foi em 4 de junho de 1911. Em 19 de abril de 1919, através da Lei nº 1.908 foi elevado à categoria de Comarca, e a instalação foi feito por Estanislau Cardoso no dia 14 de maio do mesmo ano. Através do Decreto-Lei nº 93, de 14 de setembro de 1948, voltou à categoria de Têrmo Judiciário, e em 25 de janeiro de 1949 foi elevado novamente à categoria de Comarca, desta vez tendo sido instalada por Luiz de Albuquerque Maranhão Júnior.

Economia[editar | editar código-fonte]

A exploração comercial da madeira iniciou-se na Freguesia do Iguassú a partir do século XIX, até a década de 1930, quando entra em crise pela devastação das reservas. Os moradores de Araucária ainda se dedicaram à exploração da erva-mate até a década de 1940, quando houve o declínio das exportações para a Argentina, que se tornou auto-suficiente. O crescimento econômico da região proporcionou a abertura de mercado para outras atividades geradoras de emprego para a população como olarias, cerâmicas, moinhos, fábricas de palhões, de massa de tomate, de caixas de madeira, de linho, de fósforo, de balas, de bolachas e torrefação de café.
Em 1972, com a instalação da Refinaria Presidente Getúlio Vargas e em 1973 com a criação do CIAR (Centro Industrial de Araucária), ocorreu um crescimento bastante acentuado e uma inversão no quadro populacional, econômico e social do Município, em que a população urbana passou a superar a rural com a vinda de um contingente populacional de vários pontos do país e a economia que se baseava na agricultura e pecuária passou a ser predominantemente industrial/urbana. A partir da década de 1970, ocorreu uma acentuada industrialização da cidade, totalizando o segundo maior parque fabril do estado, apenas atrás da capital. Dentre as indústrias instaladas na cidade é possível destacar: FAFEN-PR, CSN ParanáSiderúrgica Guaíra (Gerdau), Berneck, Cocelpa, Imcopa, Tri-Sure, Hübner Auto Linea, AAM do Brasil, Filtros Mil, Dyno do Brasil, Adesi, Gonvari do Brasil, Haus Technology, Trane e Novozymes.

População[editar | editar código-fonte]

A população atual é formada por descendentes dos primeiros habitantes da região (luso-brasileirosíndios e negros) e de imigrantes polonesesitalianosucranianossírioslibanesesalemãesjaponeses e por ainda por migrantes vindos de outras regiões do Paraná e do Brasil atraídos pela industrialização, a partir da década de 1970.
Etnias
Branca61,92%
Parda32,96%
Negra4,18%
Amarela0,21%
Indigena0,73%
Fonte: Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social(2010)
Ipês utilizados na arborização das vias públicas

Localização e acesso[editar | editar código-fonte]

Integrado à Região Metropolitana de Curitiba, no primeiro planalto paranaense, ocupa uma área de 460,85 km², situa-se a 857 m do nível do mar. Situada às margens do Rio Iguaçu, é cortada pela BR-476, a Rodovia do Xisto, via de interligação da Região Sudoeste do País. Está a 27 km do centro de Curitiba. Outras rodovias que passam nesta cidade são a PR-423 (sentido Campo Largo (ligação com a BR-277) e PR-421.[11]
Com a implantação da REPAR, da Petrobrás, na década de 1970, a cidade começou a sofrer influências do desenvolvimento industrial, servindo de sede a novas indústrias, com geração de empregos e o deslocamento de trabalhadores da área rural para a urbana. Adapta-se ao processo de industrialização, mantendo suas características agrícolas, o que a torna um importante polo agro-industrial.
Abriga, na divisa com os municípios de Curitiba e Campo Largo a represa do Rio Passaúna, que abastece de água a região da capital paranaense.

Divisão territorial[editar | editar código-fonte]

Como Araucária é um município bastante extenso territorialmente, está dividido em bairros grandes e estes divididos em loteamentos. A área urbana representa cerca de um terço do território municipal.
Os bairros localizados na área urbana são: Centro, Iguaçu, Fazenda Velha, Campina da Barra, Tindiquera, Barigui, Porto das Laranjeiras, Boqueirão, Sabiá, Capela Velha, Chapada, Vila Nova, Estação, Costeira, Cachoeira, Passaúna, São Miguel (parcialmente rural) e Thomaz Coelho.
Na zona rural estão localizados: Bela Vista, Colônia Melado, Mato Dentro, Boa Vista, Espigão Alto, Onças, Botiatuva, Faxinal, Palmital, Campestre, Faxinal do Tanque, Ponzal Campinas das Palmeiras, Fazendinha, Rio Abaixinho, Campina das Pedras, Formigueiro, Rio Abaixo, Campina dos Martins, Fundo do Campo, Rio Verde Abaixo, Campo Redondo, Guajuvira de Cima, Rio Verde Acima, Campo Tomáz, Ipiranga, Roça Nova, Camundá, Lagoa Grande, Roça Velha, Capinzal, Lagoa Suja, São Sebastião, Capoeira Grande, Lavra, Taquarova, Colônia Cristina, Mato Branco, Tietê e Guajuvira (distrito com status de sub-prefeitura).

Turismo[editar | editar código-fonte]

Museu Tingüi-Cuera
Localizado no Parque Cachoeira, o Museu tem o seu nome em homenagem aos índios Tingüis que habitaram a região de Araucária, já conhecida como Tindiqüera na época do descobrimento do Brasil. Foi inaugurado em 11 de fevereiro de 1980 no prédio da extinta Companhia São Patrício onde funcionou até 1982, quando foi transferido para o prédio que abrigou a antiga Fábrica de Massa de Tomate Torres, de 1943 até 1965, de propriedade de Archelau de Almeida Torres. O Museu conta com acervo de aproximadamente 600 peças datadas a partir do século XIX, que contam a história do cotidiano de vida e de trabalho da população. O Museu possui seis salas de exposição, sendo três delas reservadas para exposições temporárias e três para exposições de longa duração e reserva técnica. O Museu abriga também o Auditório Júlio Grabowski com uma área aproximada de 100m². Visitas monitoradas podem ser agendadas por meio do setor educativo.
Roteiro de Turismo Rural
É possível fazer passeios orientados por propriedades rurais familiares, onde são oferecidos diversos produtos à venda, tais como doces e licores, frutas, flores e artesanato, além de café colonial típico polonês. O ônibus sai todos os sábados
Vista parcial do Parque Cachoeira.
Abriga o Museu Tingüi-Cuera, museu este de característica regionalista. Aberta a visitação também está a Aldeia da Solidariedade, onde estão casas de troncos falquejados, encaixados, feitas de troncos de pinheiros, construídas pelos primeiros imigrantes poloneses lembrando a arquitetura da terra natal. Há também uma capela, chiqueiro, paiol e picador de palha, bem como um centro poliesportivo e uma grande área verde e de fundo de vale, bem próximo ao Centro da cidade. O Parque Cachoeira também é famoso pelas festas realizadas em suas dependências, sendo a mais popular e conhecida na região a Festa do Pêssego, que atraiu em 2007 mais de 50 mil pessoas, realizada no mês de Dezembro

Antonina

Antonina


Município de Antonina
Centro histórico de Antonina

Centro histórico de Antonina
Bandeira de Antonina
Brasão de Antonina
BandeiraBrasão
Hino
Aniversário6 de novembro
Fundação12 de setembro de 1714 (305 anos)
Emancipação6 de novembro de 1797 (221 anos)
Gentílicoantoninense[1] ou capelista[2]
Prefeito(a)Jose Paulo Vieira Azim (PSC)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Antonina
Localização de Antonina no Paraná
Antonina está localizado em: Brasil
Antonina
Localização de Antonina no Brasil
25° 25' 44" S 48° 42' 43" O
Unidade federativaParaná
MesorregiãoMetropolitana de Curitiba IBGE/2008[3]
MicrorregiãoParanaguá IBGE/2008[3]
Região metropolitanaCuritiba
Municípios limítrofesParanaguáMorretesCampina Grande do SulGuaraqueçaba
Distância até a capitalvia BR-277 84 km - via PR-410 79 km
Características geográficas
Área882,317 km² [4]
População18 980 hab. estimativa populacional — IBGE/2019[5]
Densidade21,51 hab./km²
Altitudem
ClimaSubtropical Cfa
Fuso horárioUTC−3
Indicadores
IDH-M0,77 alto PNUD/2000[6]
PIBR$ 202 699,438 mil IBGE/2008[7]
PIB per capitaR$ 11 329,69 IBGE/2008[7]
Antonina é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população contada em 2010 é de 18.891 habitantes com uma área de 876,551 km². Está situada a 90 km de Curitiba, e a 50 km de Paranaguá.
Cidade histórica cujos primeiros vestígios da ocupação foram encontrados nos sambaquis. Posteriormente índios carijós habitaram o local sendo que os primeiros povoadores datam de 1648 e 1654. Além da extraordinária beleza natural paisagística, Antonina possui no seu calçamento de pedras e nas suas ruínas, histórias, as quais enriquecem o seu patrimônio. O município oferece ainda, diversos atrativos turísticos. É acessado pela BR-277, pela antiga Estrada da Graciosa, por ferrovia e através do porto, que foi recentemente reativado, onde também se localiza a sede do município. Criado através da Lei Estadual nº14 de 21 de janeiro de 1857, e instalado na mesma data foi desmembrado de Paranaguá.
Os habitantes naturais do município de Antonina são denominados antoninenses ou capelistas. Está localizada no litoral norte do Estado do Paraná na Mesorregião Metropolitana de Curitiba, mais precisamente na Microrregião de Paranaguá, estando a uma distância de 84 km via BR-277 e 79 km via Estrada da Graciosa, da capital do estado, Curitiba.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

nome de Antonina é uma homenagem prestada ao Príncipe da Beira Dom António de Portugal em 1797Etimologicamente existem duas fontes: primeiro, do latim "antonius" que significa inestimável, segundo, do grego "antheos", traduzido como flor.

História[editar | editar código-fonte]

Mercado Municipal de Antonina (1918)
Vista aérea de Antonina em 1920
Igreja Matriz de Antonina
Est. Ferroviária de Antonina, atualmente desativada, transformada em Estação Cultural
Teatro Municipal de Antonina, um dos mais antigos do Paraná
Antonina é uma das mais antigas povoações do Paraná, tendo sua região sido perlustrada a partir do século XVII. A efetiva ocupação deu-se em 1648 quando o parnaibano Gabriel de Lara, o Capitão Povoador, sesmeiro da Nova Vila (Paranaguá), cedeu a Antonio de Leão, Pedro Uzeda e Manoel Duarte três sesmarias no litoral Guarapirocaba, primeiro nome de Antonina, as primeiras daquela porção litorânea. Foram pois, estes os primeiros povoadores de Antonina.[8]
Eram tempos de caça ao ouro,[8] e este ciclo intensificou-se com a chegada de homens sequiosos pelo vil metal. Com o passar dos anos, o povoamento do lugar foi se firmando, datando de 12 de setembro de 1714 a oficial povoação de Antonina.[8]
Em 1712, Manoel do Valle Porto, depois sargento-mor, estabeleceu-se no Morro da Graciosa, pois havia recebido uma sesmaria localizada nesta região, e a frente de grande número de escravos iniciou o trabalho de mineração e agricultura na região.[8]
As primeiras roçadas devastaram a selva em frente a ilha da Graciosa (atualmente Corisco), que comprovaram a uberdade da terra, de grande valia para o povo do lugar.[8]
Valle Porto conseguiu provisão de licença para a construção da primeira nave da Capela de Nossa Senhora do Pilar no povoado, que abrigava cerca de cinquenta famílias de fiéis, em tributo a Virgem Maria. Desde esta época os moradores da cidade ficaram conhecidos como "capelistas".[8]
Em 1797 o povoado tinha 2.300 habitantes, que viviam de mineração, pesca e agricultura de subsistência.[8]
Neste mesmo ano, a 6 de novembro, a freguesia de Nossa Senhora do Pilar da Graciosa foi elevada a categoria de vila, com a denominação de Antonina, em homenagem ao Príncipe da Beira Dom Antônio. Este ato solene foi realizado na presença da nobreza e do povo em geral, que assistiu ao levantamento do pelourinho e da lavratura do ato.[8]
Em 14 de janeiro de 1798 foi empossada a primeira câmara de vereadores) de Antonina, e a primeira providência foi a reabertura da Estrada da Graciosa, no que foram ajudados por autoridades curitibanas. Em 1835 a vila tinha 3.300 habitantes.[8]
No dia 21 de janeiro de 1857, através de Lei Provincial nº 14, torna-se município da nascente Província do Paraná.[8]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Situado na Mesorregião Metropolitana de Curitiba, o município limita-se ao norte e a oeste com Campina Grande do Sul, ao sul e a oeste com Morretes; e a leste com Paranaguá e Guaraqueçaba. A sede do município está localizada na posição geográfica de 25°25'44" S de latitude sul e 48°42'43" W de longitude oeste, estando a uma altitude de 5 metros. Possui uma área de 882 km² representando 0.4427 % do estado, 0.1566 % da região e 0.0104 % de todo o território brasileiro..
Geologicamente, os terrenos do município são de origem proterozoico-cambrianaarqueano-proterozoica, quaternáriaholocênicamesozoico-jurássico-cretácea e terciário-miocênica. Os tipos de solo existentes no município são gleissolo sálico, cambissolo háplico, argissolo vermelho-amarelolatossolos vermelho-amareloe afloramentos de rocha. O relevo do município é montanhoso a oeste, forte e levemente ondulado ao norte e a leste e de planícies ao centro e ao sul com alguns morros espalhados pelo município. Na sede municipal registra-se a altitude de 5 metros. As altitudes médias do município oscilam entre 0 e 1.800 metros. Antonina está localizada entre a Baixada Paranaense e a Serra do Mar.
localização da cidade de Antonina na orla atlântica apresenta um clima quente e úmidoFrio no período do inverno e agradável no verão. As temperaturas médias, observadas no ano de 1956, foram de 28ºC das máximas, 12 °C das mínimas e 20 °C a compensada. Os principais acidentes geográficos do município são: na parte orográfica — serras do Cabrestantedos Órgãosda Virgem Mariada Graciosa e da Serrinhapotamográfico — Rio Cachoeira, banhando as localidades de Catumbi, Limoeiro, Lagoinha, Cupiúva, Cupiuvinha, Turvo, Rio Pequeno, Cachoeira de Baixo e Cachoeira de Cima; rio do Cedro, banhando a localidade do Cedro; rio Cacatu, Lagoinha, Morro Grande Sambaqui, Rio do Meio Cacatu e Mergulhão; rio Curitibaíba, banhando as localidades de Curitibaíba, Faisqueira e Sambaqui; rio Faisqueira, banhando as localidades de Faisqueiras de Cima e de Baixo, Cedro e Camarão. Todos esses rios são navegáveis em pequenas extensões por lanchas movidas a gasolina. Existem no município as seguintes quedas d'água:
DenominaçãoLocalizaçãoPotencial (H.P.)
Corredeira da CachoeiraRio Cachoeira16.480
Salto do CedroRio do Cedro300
Salto do MergulhãoRio Mergulhão107
Salto da VendaRio da Venda, tributário do Cacatu I50
Salto da VendaRio da Venda, tributário do Cacatu II100
Na baía de Antonina destacam-se as ilhas das Rosasdo Lessado Quamirangado Goulart e do Corisco. Na localidade de Cedro, há dois morros que se destacam: O do Pico Torto e da Divisa, com as altitudes de 847 e 817 metros, respectivamente.
Na época do Descobrimento do Brasil, em 1500, o município era coberto por diversas formações vegetais pertencentes ao domínio da Floresta Ombrófila Densa tais como manguezais e terras baixas na orla da baía de Antonina e formações montanhosas ao norte e a oeste.
Como riquezas minerais se sobressaem, reflexo de grande valor econômico, malgrado ainda serem pouco desenvolvidas, as extrações de pedraferromagnetita e talco. No campo vegetal — madeiras de lei. E no reino animallontraporco-do-matojaguatiricaonça-pintadacapivara, tateco, cutia, etc. A pesca no município é praticada pelos pescadores das colônias ali existentes, porém não é muito desenvolvida.

Transporte[editar | editar código-fonte]

A cidade de Antonina é servida pelas seguintes rodovias:
A cidade também possui o Porto de Antonina.[10]

Esporte[editar | editar código-fonte]

O município de Antonina tem a seleção antoninense de Handebol de Areia, onde é a 2ª melhor equipe masculino e a 3ª feminino dos Jogos Abertos do Paraná na categoria adulto. Na categoria juvenil a equipe é a primeira campeã na modalidade Handebol de Areia nos Jogos da Juventude do Paraná (JOJUPs) no ano de 2014, na segunda vez que a modalidade participa dos Jogos da Juventude do Paraná (JOJUPs) em 2016 a equipe da cidade ficou na 3ª colocação. No cenário nacional a equipe adulta de Handebol de Areia participou dois anos seguidos da etapa do Circuito Brasileiro de Handebol de Areia que foi na cidade do litoral paranaense Matinhos, nesse ano a equipe ficou com a 10º posição na categoria masculino e feminino, jogando contra fortes equipes brasileiras onde se tem jogadores que atuam na seleção brasileira de Handebol de Areia.
A equipe de Handebol da cidade é o atual campeão da Regional 1 dos Jogos Abertos do Paraná, na fase final ficou com a 8ª colocação.
A cidade de Antonina, nos anos 1930 e 1940, participava ativamente do Campeonato Paranaense de Futebol, visto que na época o regulamento dava uma vaga para o campeão da Liga de Futebol de Antonina. Os clubes que participaram nesta época foram o Mattarazzo Football Club, o Clube Atlético Antoninense, a Associação Atlética 29 de Maio e o Ypiranga. Hoje estes clubes jogam no futebol amador da cidade, representado por esta mesma liga .[11][12]

Galeria[editar | editar código-fonte]

JACKAL 1, JACKAL 2 e COYOTE (4 x 4 PATROL VEHICLE)

    Durante julho de 2007, o MoD do Reino Unido anunciou a compra de 130 novos veículos de patrulha com armamento sob um Requisito Operacion...